Minha querida- ou não tão minha assim.
Já começo com uma indagação em mente: onde foi que nos perdemos?
Será que foi uma paixão intensa e avassaladora ou é um daqueles amores épicos românticos com data para acabar?
Não sei muito o que dizer sobre, sei que já faz um pequeno infinito de tempo, desde que meus sorrisos se tornaram mais frequentes ao decorrer da nossa caminhada.
Não sei o que houve conosco ou se houve, mesmo, alguma coisa.
As vezes são somente pensamentos mesquinhos em épocas do mês em que fico pensativa (apesar de termos nos dito a respeito de tamanha estranheza).
Você sabe disso, você me conhece bem.
Eu m despi para você em nano segundo quando você caiu de pára-quedas para mim, já você, é uma história completamente diferente eu te descubro um dia por semana, você é difícil e teimosa, fala em mímicas, mesmo quando não posso ver/ler você. E eu me perco em lidar com isso.
Você tem um sorriso lindo e intenso, que eu adoraria beijar todos os dias pela manhã, tarde, noite, madrugada.
Você sabe dos meus pontos fracos e da minha falta de qualidades. Você sabe tanto sobre mim, que me intimida.
Eu volto a questão inicial, onde que nos perdemos? Sera que foi na primeira briga? Foi quando você partiu? Foi quando a saudade incomodou?
Todas as brigas, são socos na boca do estômago. Meu dia fica meio preto e branco sem você. Acabei por me acostumar com a sua presença diária, e a amar e ansiar por isso. Eu não quero que continuemos nos perdendo, eu quero mesmo é te encontrar. Todos os dias e todas as horas se possível. Não se esconda, não se arme, eu sei que de baixo de tudo você é a pessoa mais doce e amável que alguém quer ter na vida e eu te quero na minha, pelo tempo que for.