Se construir um discurso partindo da premissa que devemos tocar o coração das pessoas, donde essa emoção seja advinda do uso da razão probabilísticas, podemos de repente, deduzir quais serão as emoções que conseguiremos causar e desenvolver, a partir de uma empatia matemática. Digo empatia matemática, pois, entendemos o que o coração pede, a partir de um levantamento de informações quanto às principais necessidades/carências do público alvo. É necessário entender o público para convence lo do que quer que seja, é preciso tocar almas para se obter êxito.
A leitura, dita por mim, “vibes”, refere às leituras de buscas. Pessoas buscam explicações em livros como: “O propósito”, “A eternidade em uma hora”, afim de encontrar respostas ou mesmo serem guiados a conseguir satisfazer suas emoções. Sempre uma forma de busca válida, mas uma vez que é entendido esse desejo, é possível conquistar, manipular e obter os resultados desejados. O processo gera resultados, esses resultados são análises de um processo bem feito, avalia se o processo, não apenas os resultados.
Seguindo a partir de mim, quando li toda coleção de Shakespeare dentre outros, buscava entender a relação a dois, como é amar o outro e como é receber esse amor, começar a entender esse amor pelo outro a partir daí, com o tempo o romance já me bastava, então segui para Sherlock, investigação, como se ágil e criativa, desenvolver técnicas estratégicas de resoluções de problemas, seguido da psicanálise Freudiana e um pouco mais de tudo, entendendo o comportamento humano e para a partir disso lidar melhor nas relações, principalmente a familiar, finalmente o gênero de aplicações matemáticas e intuitivas “Como fazer amigos e manipular pessoas”, “O caminhar bebado”, dentre outros. Todos sempre buscando algo. A medida que leio, me perco, me encontro, dúvidas infinitas, mas me permito numa discussão aprender mais.
Essas leituras foram o gatilho para eu começar a ler as pessoas, conseguir adquirir um pouco mais de sensibilidade ao longo desse tempo para sentir e lê las, é genuíno sentir as pessoas, muitas vezes, no que elas mesmas não reconheciam em si. Meus familiares, amigos, amores, ex amores, cada um deles, tem um pouco de mim e deixaram um pouco deles.
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